
Livro de ponto porque permite os sumários do dia, Livro de ponto porque também permite uma falta, Livro de ponto porque sabemos quem lá esteve, Livro de ponto porque sabemos quem faltou, Livro de ponto porque nos dá o ponto da situação, Livro de ponto…
domingo, 20 de dezembro de 2009
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
EVT, Actividades de Sala de Aula XI

Uma outra forma de elaborar postais consiste na utilização de diversos materiais que são colados na cartolina (a seguir, um postal elaborado num ano lectivo anterior)

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
EVT, Actividades de Sala de Aula X
Estudo da Letra
Concluímos finalmente a unidade de trabalho referente ao estudo da letra para a identificação da capa.
Uma vez que os alunos já tinham desenhado as letras, no 5º Ano, segundo o método da quadrícula, optámos desta vez, já no 6º ano, pelo método das linhas guia. As linhas guia conduzem a um grande número de possibilidades despoletando a criatividade em todos os sentidos o que motivou deveras os alunos. Numa folha A3 os alunos desenharam linhas paralelas verticais sobre as quais traçaram outras linhas paralelas, do tipo curvo, quebrado ou misto, obtendo assim uma quadrícula irregular na qual desenharam as letras do seu nome.
Após isso, os alunos copiaram o seu nome para papel vegetal e decalcaram o mesmo para uma nova folha A3. Procedeu-se de seguida aos estudos de cor com pintura a lápis de cor.
No estudo da cor utilizaram-se diversos efeitos para a decoração das letras, nomeadamente o desenho de 2 linhas irregulares por cima do conjunto das letras, formando uma sequência ritmada de curvas ou outros motivos, que foram coloridos, utilizando duas ou três cores. Também foram utilizados efeitos de espiral ou de outros elementos figurativos, dando total criatividade aos alunos.
O produto final foi depois aplicado nas respectivas capas.
Produto final
Turmas do 6º A, E e G
Fotos: JLima
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Momentos I
Hoje tive a oportunidade de recordar um genérico de uma série da qual já não me lembrava.
Um dia destes, no início da aula, fui abordado por um aluno que me queria mostrar uns desenhos. Alguns relacionavam-se com personagens de programas infantis, personagens essas que o inspiraram a desenhar. Num deles observei um pequeno desenho com um grupo de personagens que identifiquei com “Os Cinco”. O pequeno disse-me que o desenho estava relacionado com uma aventura que estava a ler.
“Os Cinco" são possivelmente a série mais conhecida da escritora Enid Blyton, tendo sido a primeira aventura (Os Cinco na Ilha do Tesouro) editada pela primeira vez em 1942.
Fiquei curioso pois esta foi uma das séries de eleição que me deixavam, em pequeno, colado ao televisor. Após uma pequena pesquisa descobri que a série a que me refiro passou na televisão nos anos de 1978 e 1979, tendo sido produzida pela “Southern Television”, através de 26 episódios de 18 histórias.
Por tudo isto aqui deixo o genérico da série para recordar (no final do filme aparecem outros de igual interesse).
Deixo também a letra da música do genérico (início):
Where ever there's adventure to be found
Just a clue or a secret
message
bring the Famous Five around.
When ever there's a mystery to be solved
up in the ruined castle
or down in Smugglers hold
We are the Famous Five
Julian, Dick and Anne, George and Timmy the Dog
We are the Famous Five
We're coming back to you
Whenever there's time
Time after time.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
EVT, Actividades Livres I
Como professor de Educação Visual e Tecnológica costumo incentivar os meus alunos a desenhar. Neste nível de ensino é importante que os mesmos se abram a novas experiências e formas de comunicar.
Através do desenho procuro que seja despertada a sua sensibilidade relativamente ao meio e contexto no qual se encontram inseridos levando-os a avaliar sensações, emoções, sonhos, estimulando-os a experimentar cores, técnicas, texturas, materiais… livremente e sem pressões.
Reconhecidamente “a autenticidade da expressão e a criatividade são duas referências primordiais que o professor deve respeitar e estimular” (Rodigues, Dalila; 2002).
Assim e meramente como sugestão proponho-lhes que criem um diário gráfico. Costumo observar os seus desenhos feitos aleatoriamente por aqui e ali, nas folhas dos cadernos diários das outras disciplinas, ou, em avulso, o que me leva a sugerir que os reúnam num único espaço, o seu diário gráfico.
A partir daí, e, sempre que sintam necessidade ou vontade, poderão elaborar os seus desenhos ou outros registos num espaço adequado para o efeito.
Normalmente e durante o decurso das aulas ao longo do ano lectivo, mediante os conteúdos que vão sendo leccionados são apontadas pistas que os levem a criar novos registos. Com tudo isto e a partir de um tema previamente definido, tento que seja estimulado o desenvolvimento desse mesmo tema através do registo gráfico espontâneo, na tentativa de desencadear o gosto pelo desenho e a sua continuidade.
Pretendo que ao lançar um dado tema ou ideia, a mesma, ao ser recriada pelo aluno surja transformada podendo por vezes, desencadear novas ideias, manifestando-se assim o processo criativo e um aperfeiçoamento técnico.
“(…)Não há padrões rígidos mas uma grande mobilidade que permite estar aberto ao imprevisto(…)” (Rodigues, Dalila; 2002).
Costumo mostrar aos meus alunos o meu diário gráfico, isso ajuda-os a compreender o que pretendo para além de lhes dar entusiasmo para iniciarem o seu… a partir daí é importante da minha parte, apoiar, entusiasmar, incitar e animar.






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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
EVT, Actividades de Sala de Aula IX
A actividade principal, após apreendidos os conceitos anteriormente referidos, incidirá no desenho do rosto observando uma fotografia sua.
Como actividade principal destaca-se o Desenho e a Pintura, atendendo-se a aspectos técnicos relacionados com a noção de claro/escuro, volume e texturas.
A técnica utilizada assenta na utilização dos lápis de cor.
Importa que os alunos consigam identificar diferenças e semelhanças através do desenvolvimento da capacidade de observação; Identificar e aplicar os cânones do rosto humano; Fazer o estudo do rosto humano observando a sua fotografia e, finalmente, colorir o rosto, aplicando a técnica do lápis de cor.
Seguidamente partilho alguns exemplos feitos com os meus alunos de 5º e 6º ano, em anos anteriores.






Alunos de 5º e 6º Ano, ano lectivo de 2005/2006, Escola D. Nuno Álvares Pereira, Tomar
Não posso deixar de partilhar um site muito curioso que permite que se façam retratos robot…
Experimentem e divirtam-se… tentem fazer o vosso auto-retrato virtual!
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Formação Cívica - O problema das Acessibilidades na Escola/Museu
A Acessibilidade é um direito de todas as pessoas.
A acessibilidade deve verificar-se em todos os elementos que facilitem as pessoas que apresentem qualquer tipo e dificuldade. Deve pois observar as estruturas físicas, espaços de escuta, de participação, de informação, atentando a que estejam disponíveis e acessíveis a todos.
É necessária a consciencialização de todos para este problema, especialmente a consciencialização de todos os responsáveis pela construção ou organização dos espaços.
Depois, reflectimos sobre o problema das acessibilidades na nossa escola e pedi que os alunos identificassem alguns exemplos concretos.
"A Pequena centopeia do pé torto, que sofre de asma, é baixinha e um pouco pitosga e tem um pé torto de nascença, decidiu ir visitar uma exposição de pintura, no museu de Arte Contemporânea.
Tendo adquirido o bilhete on-line, constatou que para chegar à porta de entrada, precisava de subir uma escadaria. Já dentro do museu, teve imensa dificuldade em ler o guião da exposição, o nome dos autores e os títulos das obras de arte porque estes se encontravam muito altos e com letras muito pequenas.
A pequena centopeia do pé torto saiu triste do museu e sem perceber bem a exposição que tinha visto." Texto/Desenho/fotomontagem: J Lima
Após serem observadas as dificuldades que a pequena centopeia encontrou, perguntei aos alunos:
A qualidade de serviços que contempla inevitavelmente a questão das acessibilidades deve ser intrínseca a uma instituição, porém a última palavra será a do público que julga a partir das suas próprias percepções.
O foco no indivíduo é visto hoje como um conceito estratégico, voltado para a conquista e retenção de públicos.
O conhecimento das necessidades actuais e futuras das pessoas, fomentando a participação, deverá ser o ponto de partida na busca da excelência do desempenho da organização, seja ela uma escola, um museu ou outra.
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Um Novo Ano Lectivo
Chegam esperanças,
animação,
novos rostos e muita acção,
Novas partilhas,
novos momentos e sensações,
Uma nova etapa
para aprender,
ensinar,
sonhar...
Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquiloque talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama in Pelo Sonho é que Vamos
Um Excelente Ano Lectivo para todos...
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Coisas de Escuteiro V

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sexta-feira, 10 de julho de 2009
Boas Surpresas na Escola!
Quando cheguei à escola e já um pouco atrasado para uma reunião fui abordado por dois alunos de uma das turmas que leccionei.
O Diogo e a Joana aguardavam-me com as suas encarregadas de educação e encontravam-se com a professora Gabi. Queriam oferecer-me um presente em nome da turma.
Coisa linda! Fiquei emocionado… O presente foi uma caixa de escrita chinesa, algo pouco usual e que nunca tinha visto por estas bandas.
Apesar de os carimbos não se encontrarem gravados, descobri que um carimbo singular com um nome de alguém é altamente personalizado, e, uma lembrança sem igual para se guardar. Esta singularidade assegura a prosperidade contínua, independentemente de fronteiras geográficas ou do passar do tempo. A colocação do carimbo de alguém em um documento, numa aguarela ou numa pintura imprime autenticidade, fiabilidade e valor. Tem no topo a escultura de um leão
(quando for à China levo-os para serem gravados com o meu nome J) :)
Depois há também uma pedra negra, estranha, com a inscrição em dourado de um dragão… o que é?
A professora Gabi dissera-me que era tinta da china!
Habituado a ver tinta da china em bisnagas, no estado liquido, com as quais trabalhei (e vou trabalhando), nas minhas ilustrações e aguarelas, tinha nas mão tinta da china em estado sólido! Espectacular! É só partir um pouquinho moer e misturar água que fica pronta a usar.
Tenho que falar ainda que este não foi o único presente!
Linda! Obrigado Vasile.
Vejam as fotos das prendas e comentem… não são um espectáculo?
Muito Obrigado mais uma vez! Gostei muito de estar convosco durante estes dois anos!
Bloco de tinta da china com a imagem de um dragão (em baixo)
Matrioska (a maior e a mais pequena das 7 bonecas)
Fotos: J. Lima
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Organisticamente partilhando...



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EVT, actividades de sala de aula VIII
Muita cor, diversidade e talento!
Trabalhos realizados na Disciplina de E.V.T.
Fotos: J. Lima
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