quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Momentos I

Hoje tive a oportunidade de recordar um genérico de uma série da qual já não me lembrava.

Um dia destes, no início da aula, fui abordado por um aluno que me queria mostrar uns desenhos. Alguns relacionavam-se com personagens de programas infantis, personagens essas que o inspiraram a desenhar. Num deles observei um pequeno desenho com um grupo de personagens que identifiquei com “Os Cinco”. O pequeno disse-me que o desenho estava relacionado com uma aventura que estava a ler.

“Os Cinco" são possivelmente a série mais conhecida da escritora Enid Blyton, tendo sido a primeira aventura (Os Cinco na Ilha do Tesouro) editada pela primeira vez em 1942.

Fiquei curioso pois esta foi uma das séries de eleição que me deixavam, em pequeno, colado ao televisor. Após uma pequena pesquisa descobri que a série a que me refiro passou na televisão nos anos de 1978 e 1979, tendo sido produzida pela “Southern Television”, através de 26 episódios de 18 histórias.

Por tudo isto aqui deixo o genérico da série para recordar (no final do filme aparecem outros de igual interesse).

Deixo também a letra da música do genérico (início):

Where ever there's adventure to be found

Just a clue or a secret

message

bring the Famous Five around.

When ever there's a mystery to be solved

up in the ruined castle
or down in Smugglers hold


We are the Famous Five

Julian, Dick and Anne, George and Timmy the Dog

We are the Famous Five

We're coming back to you

Whenever there's time

Time after time.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

EVT, Actividades Livres I

Diário Gráfico

Como professor de Educação Visual e Tecnológica costumo incentivar os meus alunos a desenhar. Neste nível de ensino é importante que os mesmos se abram a novas experiências e formas de comunicar.

Através do desenho procuro que seja despertada a sua sensibilidade relativamente ao meio e contexto no qual se encontram inseridos levando-os a avaliar sensações, emoções, sonhos, estimulando-os a experimentar cores, técnicas, texturas, materiais… livremente e sem pressões.

Reconhecidamente “a autenticidade da expressão e a criatividade são duas referências primordiais que o professor deve respeitar e estimular” (Rodigues, Dalila; 2002).

Assim e meramente como sugestão proponho-lhes que criem um diário gráfico. Costumo observar os seus desenhos feitos aleatoriamente por aqui e ali, nas folhas dos cadernos diários das outras disciplinas, ou, em avulso, o que me leva a sugerir que os reúnam num único espaço, o seu diário gráfico.

A partir daí, e, sempre que sintam necessidade ou vontade, poderão elaborar os seus desenhos ou outros registos num espaço adequado para o efeito.

Normalmente e durante o decurso das aulas ao longo do ano lectivo, mediante os conteúdos que vão sendo leccionados são apontadas pistas que os levem a criar novos registos. Com tudo isto e a partir de um tema previamente definido, tento que seja estimulado o desenvolvimento desse mesmo tema através do registo gráfico espontâneo, na tentativa de desencadear o gosto pelo desenho e a sua continuidade.

Pretendo que ao lançar um dado tema ou ideia, a mesma, ao ser recriada pelo aluno surja transformada podendo por vezes, desencadear novas ideias, manifestando-se assim o processo criativo e um aperfeiçoamento técnico.


“(…)Não há padrões rígidos mas uma grande mobilidade que permite estar aberto ao imprevisto(…)” (Rodigues, Dalila; 2002).


Costumo mostrar aos meus alunos o meu diário gráfico, isso ajuda-os a compreender o que pretendo para além de lhes dar entusiasmo para iniciarem o seu… a partir daí é importante da minha parte, apoiar, entusiasmar, incitar e animar.

Algumas páginas do meu diário gráfico. A última fotografia apresenta um conjunto de desenhos feito por um dos meus alunos

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

EVT, Actividades de Sala de Aula IX

O Auto-Retrato

Uma das unidades de trabalho que vamos observar, na disciplina de EVT, relaciona-se com o estudo do rosto humano.

Após algumas noções relacionadas com simetria, com os cânones do corpo e do rosto humano, em que os alunos irão desenvolver exercícios específicos, ser-lhes-á pedido que desenhem o seu rosto, criando assim o seu auto-retrato.
A actividade principal, após apreendidos os conceitos anteriormente referidos, incidirá no desenho do rosto observando uma fotografia sua.
Como actividade principal destaca-se o Desenho e a Pintura, atendendo-se a aspectos técnicos relacionados com a noção de claro/escuro, volume e texturas.
A técnica utilizada assenta na utilização dos lápis de cor.
Importa que os alunos consigam identificar diferenças e semelhanças através do desenvolvimento da capacidade de observação; Identificar e aplicar os cânones do rosto humano; Fazer o estudo do rosto humano observando a sua fotografia e, finalmente, colorir o rosto, aplicando a técnica do lápis de cor.

Seguidamente partilho alguns exemplos feitos com os meus alunos de 5º e 6º ano, em anos anteriores.

Alunos de 5º e 6º Ano, ano lectivo de 2005/2006, Escola D. Nuno Álvares Pereira, Tomar

Não posso deixar de partilhar um site muito curioso que permite que se façam retratos robot…
Experimentem e divirtam-se… tentem fazer o vosso auto-retrato virtual!

http://flashface.ctapt.de/