domingo, 20 de dezembro de 2009

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

EVT, Actividades de Sala de Aula XI

Actividades de Natal

Este ano resolvi elaborar com os meus alunos os Postais de Natal.
O processo foi simples e revela um resultado óptimo em termos de produto final.
Numa folha A4 e no centro da mesma, foi traçada em todo o seu comprimento uma linha curva com caneta de feltro preta.
Aos alunos foi pedido de seguida que traçassem, com canetas de feltro de várias cores, outras linhas contíguas à linha preta de forma a colorir toda a folha.
Depois de terem desenhado a linha de contorno das figuras a representar, estas foram decalcadas no verso da folha pintada e em seguida, recortadas.
Com uma caneta de gel de tinta prateada traçaram-se linhas mais finas entre as linhas produzidas pelas canetas de feltro.
Depois essas formas foram coladas no postal constituido por duas cartolinas de diferentes cores.
Completou-se o postal com inscrições de Natal e outros elementos (estrelas, flocos de neve, outros...) desenhados directamente com a caneta prateada.
Abaixo apresento um exemplo do produto final.


Uma outra forma de elaborar postais consiste na utilização de diversos materiais que são colados na cartolina (a seguir, um postal elaborado num ano lectivo anterior)

Apresento de seguida uma outra unidade de trabalho relacionada com a construção de presépios de Natal. Os materias utilizados foram a massa de moldar (branca) tendo sidos as figuras posteriormente pintada a guache. Estas foram aplicadas em bases conseguidas através de outros materiais (cortiça, cartolina, cartões canelados, entre outros)



Observem ainda um vídeo que apresenta um conjunto de presépios elaborados em barro e que foram posteriormente cozidos e expostos na escola.

Depois de apresentadas algumas ideias,

desejo a todos

UM BOM NATAL E UM FELIZ ANO NOVO

fotos J Lima

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

EVT, Actividades de Sala de Aula X

Estudo da Letra

Concluímos finalmente a unidade de trabalho referente ao estudo da letra para a identificação da capa.

Uma vez que os alunos já tinham desenhado as letras, no 5º Ano, segundo o método da quadrícula, optámos desta vez, já no 6º ano, pelo método das linhas guia. As linhas guia conduzem a um grande número de possibilidades despoletando a criatividade em todos os sentidos o que motivou deveras os alunos. Numa folha A3 os alunos desenharam linhas paralelas verticais sobre as quais traçaram outras linhas paralelas, do tipo curvo, quebrado ou misto, obtendo assim uma quadrícula irregular na qual desenharam as letras do seu nome.

Após isso, os alunos copiaram o seu nome para papel vegetal e decalcaram o mesmo para uma nova folha A3. Procedeu-se de seguida aos estudos de cor com pintura a lápis de cor.

No estudo da cor utilizaram-se diversos efeitos para a decoração das letras, nomeadamente o desenho de 2 linhas irregulares por cima do conjunto das letras, formando uma sequência ritmada de curvas ou outros motivos, que foram coloridos, utilizando duas ou três cores. Também foram utilizados efeitos de espiral ou de outros elementos figurativos, dando total criatividade aos alunos.

O produto final foi depois aplicado nas respectivas capas.


Algumas fotos da unidade de trabalho:

Decalque das letras no papel vegetal


Pintura das letras


Produto final

Turmas do 6º A, E e G

Fotos: JLima


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Momentos I

Hoje tive a oportunidade de recordar um genérico de uma série da qual já não me lembrava.

Um dia destes, no início da aula, fui abordado por um aluno que me queria mostrar uns desenhos. Alguns relacionavam-se com personagens de programas infantis, personagens essas que o inspiraram a desenhar. Num deles observei um pequeno desenho com um grupo de personagens que identifiquei com “Os Cinco”. O pequeno disse-me que o desenho estava relacionado com uma aventura que estava a ler.

“Os Cinco" são possivelmente a série mais conhecida da escritora Enid Blyton, tendo sido a primeira aventura (Os Cinco na Ilha do Tesouro) editada pela primeira vez em 1942.

Fiquei curioso pois esta foi uma das séries de eleição que me deixavam, em pequeno, colado ao televisor. Após uma pequena pesquisa descobri que a série a que me refiro passou na televisão nos anos de 1978 e 1979, tendo sido produzida pela “Southern Television”, através de 26 episódios de 18 histórias.

Por tudo isto aqui deixo o genérico da série para recordar (no final do filme aparecem outros de igual interesse).

Deixo também a letra da música do genérico (início):

Where ever there's adventure to be found

Just a clue or a secret

message

bring the Famous Five around.

When ever there's a mystery to be solved

up in the ruined castle
or down in Smugglers hold


We are the Famous Five

Julian, Dick and Anne, George and Timmy the Dog

We are the Famous Five

We're coming back to you

Whenever there's time

Time after time.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

EVT, Actividades Livres I

Diário Gráfico

Como professor de Educação Visual e Tecnológica costumo incentivar os meus alunos a desenhar. Neste nível de ensino é importante que os mesmos se abram a novas experiências e formas de comunicar.

Através do desenho procuro que seja despertada a sua sensibilidade relativamente ao meio e contexto no qual se encontram inseridos levando-os a avaliar sensações, emoções, sonhos, estimulando-os a experimentar cores, técnicas, texturas, materiais… livremente e sem pressões.

Reconhecidamente “a autenticidade da expressão e a criatividade são duas referências primordiais que o professor deve respeitar e estimular” (Rodigues, Dalila; 2002).

Assim e meramente como sugestão proponho-lhes que criem um diário gráfico. Costumo observar os seus desenhos feitos aleatoriamente por aqui e ali, nas folhas dos cadernos diários das outras disciplinas, ou, em avulso, o que me leva a sugerir que os reúnam num único espaço, o seu diário gráfico.

A partir daí, e, sempre que sintam necessidade ou vontade, poderão elaborar os seus desenhos ou outros registos num espaço adequado para o efeito.

Normalmente e durante o decurso das aulas ao longo do ano lectivo, mediante os conteúdos que vão sendo leccionados são apontadas pistas que os levem a criar novos registos. Com tudo isto e a partir de um tema previamente definido, tento que seja estimulado o desenvolvimento desse mesmo tema através do registo gráfico espontâneo, na tentativa de desencadear o gosto pelo desenho e a sua continuidade.

Pretendo que ao lançar um dado tema ou ideia, a mesma, ao ser recriada pelo aluno surja transformada podendo por vezes, desencadear novas ideias, manifestando-se assim o processo criativo e um aperfeiçoamento técnico.


“(…)Não há padrões rígidos mas uma grande mobilidade que permite estar aberto ao imprevisto(…)” (Rodigues, Dalila; 2002).


Costumo mostrar aos meus alunos o meu diário gráfico, isso ajuda-os a compreender o que pretendo para além de lhes dar entusiasmo para iniciarem o seu… a partir daí é importante da minha parte, apoiar, entusiasmar, incitar e animar.

Algumas páginas do meu diário gráfico. A última fotografia apresenta um conjunto de desenhos feito por um dos meus alunos

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

EVT, Actividades de Sala de Aula IX

O Auto-Retrato

Uma das unidades de trabalho que vamos observar, na disciplina de EVT, relaciona-se com o estudo do rosto humano.

Após algumas noções relacionadas com simetria, com os cânones do corpo e do rosto humano, em que os alunos irão desenvolver exercícios específicos, ser-lhes-á pedido que desenhem o seu rosto, criando assim o seu auto-retrato.
A actividade principal, após apreendidos os conceitos anteriormente referidos, incidirá no desenho do rosto observando uma fotografia sua.
Como actividade principal destaca-se o Desenho e a Pintura, atendendo-se a aspectos técnicos relacionados com a noção de claro/escuro, volume e texturas.
A técnica utilizada assenta na utilização dos lápis de cor.
Importa que os alunos consigam identificar diferenças e semelhanças através do desenvolvimento da capacidade de observação; Identificar e aplicar os cânones do rosto humano; Fazer o estudo do rosto humano observando a sua fotografia e, finalmente, colorir o rosto, aplicando a técnica do lápis de cor.

Seguidamente partilho alguns exemplos feitos com os meus alunos de 5º e 6º ano, em anos anteriores.

Alunos de 5º e 6º Ano, ano lectivo de 2005/2006, Escola D. Nuno Álvares Pereira, Tomar

Não posso deixar de partilhar um site muito curioso que permite que se façam retratos robot…
Experimentem e divirtam-se… tentem fazer o vosso auto-retrato virtual!

http://flashface.ctapt.de/

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Formação Cívica - O problema das Acessibilidades na Escola/Museu

Numa aula de formação cívica, a propósito de uma situação relacionada com uma aluna que sofre de paralesia cerebral apresentando grandes limitações, debati com a minha direcção de turma de 6º ano, o problemas das acessibilidades.

Eis algumas conclusões a que chegámos:

As pessoas com qualquer tipo de deficiência física enfrentam todo o tipo de barreiras quotidianamente, pois as cidades e os edifícios não se encontram muitas vezes adaptadas de acordo com as sua limitações, por isso, muitas pessoas sofrem demasiadamente por não terem condições de usufruir de um direito legal, constitucional e universal, tal como qualquer outro cidadão.
A Acessibilidade é um direito de todas as pessoas.
A acessibilidade deve verificar-se em todos os elementos que facilitem as pessoas que apresentem qualquer tipo e dificuldade. Deve pois observar as estruturas físicas, espaços de escuta, de participação, de informação, atentando a que estejam disponíveis e acessíveis a todos.
É necessária a consciencialização de todos para este problema, especialmente a consciencialização de todos os responsáveis pela construção ou organização dos espaços.

Depois, reflectimos sobre o problema das acessibilidades na nossa escola e pedi que os alunos identificassem alguns exemplos concretos.
Como ainda estava fresca a visita de estudo ao museu, procedi de seguida à entrega de um pequeno texto aos alunos, que os enquadrasse num novo contexto.

"A Pequena centopeia do pé torto, que sofre de asma, é baixinha e um pouco pitosga e tem um pé torto de nascença, decidiu ir visitar uma exposição de pintura, no museu de Arte Contemporânea.
Tendo adquirido o bilhete on-line, constatou que para chegar à porta de entrada, precisava de subir uma escadaria. Já dentro do museu, teve imensa dificuldade em ler o guião da exposição, o nome dos autores e os títulos das obras de arte porque estes se encontravam muito altos e com letras muito pequenas.
A pequena centopeia do pé torto saiu triste do museu e sem perceber bem a exposição que tinha visto."
Texto/Desenho/fotomontagem: J Lima

Após serem observadas as dificuldades que a pequena centopeia encontrou, perguntei aos alunos:

Se fosses o director deste museu de que forma o adaptarias, para que a pequena centopeia do pé torto pudesse voltar novamente?

Eis algumas respostas apuradas:

" adaptaria o museu com uma rampa, com sinais ou símbolos para que os invisuais identifiquem bem a esposição, computadores com informações sobre a exposição para invisuais e pessoas com outras deficiencias"

"Dava-lhe um bilhete de borla e mandava coonstruir uma rampa para melhor acesso, preocupava-me com a colocação dos quadros, altura e tamanho das letras"

"Punha uma rampa no museu e sinais que dêem para sentir, punha um elevador e uma pessoa guia para dizer o que está na imagem."

"Penso que que me preocuparia em colocar as letras mais visíveis, dar boas condições a todas as pessoas colocando até um tapete rolante na exposição."

"Fazia um anúncio, que o museu modificou e arranjou uma rampa, modificou as letras dos nomes das obras primas, fê-las maiores e baixou-as."

"Se eu fosse director do museu eu adaptava-o melhor, elaborava um guião com letras maiores e com as letras dos títulos e do nome dos autores maiores e construía uma rampa."

Estas foram algumas respostas. A maioria dos alunos referiu a instalação de rampas de acesso e a necessidade de preparar bem as exposições tendo em conta a colocação das obras e a forma como estas poderão estar identificadas. O recurso à comunicação escrita não deve ser o único a ser observado, há a possibilidade das sensações sonoras, tácteis, o recurso às novas tecnologias ou simplesmente aos guias. Alguns alunos sentiram a necessidade de compensar a visitante da história, oferecendo-lhe o bilhete visto a sua insatisfação.

A qualidade de serviços que contempla inevitavelmente a questão das acessibilidades deve ser intrínseca a uma instituição, porém a última palavra será a do público que julga a partir das suas próprias percepções.
O foco no indivíduo é visto hoje como um conceito estratégico, voltado para a conquista e retenção de públicos.
O conhecimento das necessidades actuais e futuras das pessoas, fomentando a participação, deverá ser o ponto de partida na busca da excelência do desempenho da organização, seja ela uma escola, um museu ou outra.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Um Novo Ano Lectivo

A parede do meu quarto é um bloco A3!!... e a minha avó não gostou !
Ilustração : J. Lima
Começa mais um ano lectivo
Chegam esperanças,
animação,
novos rostos e muita acção,
Novas partilhas,
novos momentos e sensações,
Uma nova etapa
para aprender,
ensinar,
sonhar...

Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquiloque talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.


Sebastião da Gama in Pelo Sonho é que Vamos

Um Excelente Ano Lectivo para todos...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Coisas de Escuteiro V


De 31 de Julho a 6 de Agosto do corrente ano decorreu o XII Jamboree Açoriano que contou com a presença de cerca de 2 000 jovens escuteiros oriundos de todas as Ilhas dos Açores, da Madeira, das Canárias e de Portugal Continental. O XII Jamboree decorreu, no campo escutista de Lagos - Água d'Alto, a 7.ª Freguesia do Concelho de Vila Franca do Campo , local espectacular e de grande beleza. Sob o tema "Açores: Passado, Presente e Futuro" e com o lema "Parte à Descoberta", os escuteiros participantes percorreram os seis concelhos de São Miguel descobrindo as suas tradições seculares, auscultando a realidade presente e perspectivando um futuro que, forçosamente, passará pelas novas tecnologias e por outros sectores de actividade económica, mormente o do turismo. O XII Jamboree contou com a nossa presença (Agrupamento 941 de Asseiceira), tendo sido esta, uma semana inesquecível.

Lagoa do Fogo - S. Miguel

Ponta Delgada - Portas da Cidade

Grupo Pioneiro - 941 Asseiceira, Santarém
Fotos: J. Lima

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Boas Surpresas na Escola!

Hoje fui agradavelmente surpreendido.
Quando cheguei à escola e já um pouco atrasado para uma reunião fui abordado por dois alunos de uma das turmas que leccionei.
O Diogo e a Joana aguardavam-me com as suas encarregadas de educação e encontravam-se com a professora Gabi. Queriam oferecer-me um presente em nome da turma.

Coisa linda! Fiquei emocionado… O presente foi uma caixa de escrita chinesa, algo pouco usual e que nunca tinha visto por estas bandas.
Devidamente forrada a tecido, com toda a paciência de chinês, no seu interior encontram-se 2 pincéis chineses e o respectivo suporte em porcelana, a pedra para moer e misturar pigmentos, a taça e a concha para a água os carimbos para assinar as aguarelas ou os escritos, com a respectiva tinta vermelha dentro de uma tacinha em porcelana cuja tampa apresenta a forma de um dragão.
Apesar de os carimbos não se encontrarem gravados, descobri que um carimbo singular com um nome de alguém é altamente personalizado, e, uma lembrança sem igual para se guardar. Esta singularidade assegura a prosperidade contínua, independentemente de fronteiras geográficas ou do passar do tempo. A colocação do carimbo de alguém em um documento, numa aguarela ou numa pintura imprime autenticidade, fiabilidade e valor. Tem no topo a escultura de um leão
(quando for à China levo-os para serem gravados com o meu nome J) :)
Depois há também uma pedra negra, estranha, com a inscrição em dourado de um dragão… o que é?
A professora Gabi dissera-me que era tinta da china!
Habituado a ver tinta da china em bisnagas, no estado liquido, com as quais trabalhei (e vou trabalhando), nas minhas ilustrações e aguarelas, tinha nas mão tinta da china em estado sólido! Espectacular! É só partir um pouquinho moer e misturar água que fica pronta a usar.
Adorei a caixinha- malta do 6ºE, e muito obrigado pelo postal que a acompanhava, assinado por todos!!

Tenho que falar ainda que este não foi o único presente!
Na semana passada, recebi uma linda «Matrioska» ou boneca russa, que é um brinquedo tradicional constituído por uma série de bonecas, feitas de diversos materiais, ainda que o mais frequente seja a madeira, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca).
Linda! Obrigado Vasile.
Vejam as fotos das prendas e comentem… não são um espectáculo?

Muito Obrigado mais uma vez! Gostei muito de estar convosco durante estes dois anos!

Bloco de tinta da china com a imagem de um dragão (em baixo)

Matrioska (a maior e a mais pequena das 7 bonecas)

Fotos: J. Lima

terça-feira, 30 de junho de 2009

Organisticamente partilhando...

No passado dia 28 de Junho, tive a possibilidade de poder tocar no magnífico orgão da Igreja de Nossa Senhora da Piedade, Santarém, no contexto do Encerramento do Ano Paulino, algo de espectacular para quem é ainda amador na execução deste fabuloso instrumento.

O orgão da Igreja de Nossa Senhora da Piedade, trata- se de uma peça construída no ano de 1795, por Joaquim António Peres Fontaines e constitui uma referência da Escola de Organaria Portuguesa.

Tendo sido recentemente restaurado pelo mestre organeiro Dinarte Machado, revelou-se o quinto de seis órgãos que foram recuperados nas igrejas do Centro Histórico da cidade.

Fotografias do Orgão(acima): Francisco Falcão, 2009 in http://www.meloteca.com/index.htm

EVT, actividades de sala de aula VIII

Grande Exposição de Final de Ano

E porque o ano lectivo terminou, foi organizada uma grande exposição com os trabalhos dos alunos para toda a comunidade educativa sobre os países da União Europeia.
Muita cor, diversidade e talento!
Parabéns aos alunos e professores da EB 2,3 Prof. João F. Pratas!
Eis algumas fotos:

O conde Van Dracul (Drácula) elaborado pelos meus alunos do 6ºE, anfitrião da Roménia.

Trabalho elaborado pela Mira Zagorova (6ºA). Que cores fantásticas, e tanto dinamismo!

Trabalhos realizados na Disciplina de E.V.T.


Fotos: J. Lima